Eu vejo pessoas rindo e corrigindo as outras quando existem palavras que não estão escritas dentro do padrão da norma culta. Eu sempre digo aos amigos que a Norma Culta não organiza e não organizará o nosso português/brasileiro. A Norma Culta serve para dividir os leigos dos intelectuais. Leia a literatura cordel e veja se não compreenderás o que está escrito.
Não riam daqueles que não estudaram em um ensino de qualidade ou daqueles que não conseguiram compreender o nosso velho e ruim português!
Evandro Amaral Fernandes - Guga
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Ímpeto Solúvel.
O impulso em busca da felicidade persiste solúvel, como se dissolvesse em um rio de águas turvas.
A prosperidade se mascara com um tom de sucesso, tornando corações puros em meros órgãos a serviço do mercado financeiro.
Evandro Amaral Fernandes - Guga
A prosperidade se mascara com um tom de sucesso, tornando corações puros em meros órgãos a serviço do mercado financeiro.
Evandro Amaral Fernandes - Guga
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
A perfeição que busca em você mesmo, não encontrará em mim.
Dizer que eu sou um ser em constante evolução seria prepotência e não queira me compreender detalhadamente, nem se espelhar em minhas atitudes, pois a perfeição que busca em você mesmo, não encontrará em mim.
A vida é uma aprendizagem e nem sempre os nossos atos estão relacionados à evolução.
Seguindo o rumo, Jão!
Evandro Amaral Fernandes - Guga
A vida é uma aprendizagem e nem sempre os nossos atos estão relacionados à evolução.
Seguindo o rumo, Jão!
Evandro Amaral Fernandes - Guga
Compreender-me é algo demasiadamente abstrato.
Não tente me compreender, pois se olhar de perto, nada vai avistar, não arrancará nenhum segredo, nenhum mistério.
Compreender-me é algo demasiadamente abstrato e que pode te levar a um questionamento que não seria o correto.
Compreender-me é algo demasiadamente abstrato e que pode te levar a um questionamento que não seria o correto.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Desmistificação de uma idéia imposta.
Quando dei inicio ao Blog História Incomum, vislumbrei um horizonte longínquo, sem fronteiras, para poder argumentar sobre fatos extremamente relevantes para a sociedade e busquei fontes para poder interagir com amigos que me compreendem, pois os meus amigos sabem as limitações de conhecimentos por quem vos escreve, no entanto, procuro discorrer sobre o que penso e sinto no dia a dia.
Pois bem, desta forma, postarei uma reflexão sobre o Clube ao qual sou fã e me ensinou amar o esporte como arte e que em muitos momentos me deixou e me deixa longe da razão, a beira de um conflito de idéias, pois quero me livrar da alienação do cotidiano, mas não consigo deixar de acompanhar o meu Clube de coração. O que fazer?
Eu não tenho a mínima idéia de como deixar de acompanhar o futebol, onde estão escondidos centenas de bandidos e corruptos modificando resultados e enriquecendo a custa da massa.
Segue o texto abaixo e aviso que não precisam concordar, pois estamos em um Estado Democrático de Direito, onde somos livres para confrontar qualquer assunto, seja ele político ou cultural. Existem locais que este tema, mesmo sendo irrelevante, jamais poderia ser veiculado em qualquer mídia, mesmo sendo um singelo blog como este. Portanto, vamos comemorar a liberdade do país e agradecer todos aqueles que lutaram por nossa liberdade.
*
Desmistificação de uma idéia imposta.
Durante anos, nós SANTISTAS ouvimos uma enxurrada de balelas tanto quanto invejosas e maliciosas e perante todo o desrespeito pelo qual fomos obrigados a aceitar, ou melhor, conviver com ele, eu discorro sobre um assunto que tanto me agrada e tanto me aliena ao mesmo tempo, entretanto, deste tipo de alienação não conseguirei me desligar, ou seja, o futebol me aliena, mas o SANTOS me preenche e me livra por algum momento das angústias e culpabilidade do cotidiano.
Pois bem, sou “viúva” de Pelé, nascido em 1982 e me acostumei a ouvir a termologia “trio de ferro” e talvez, em algum momento da minha infância eu tenha até acreditado nesta bobagem por ter ouvido diversos comentaristas em rádios e em televisões locais se esquecerem, ou melhor, segregarem os SANTISTAS da capital paulista de informações do ALVINEGRO mais famoso do mundo. Eram inúmeros os programas destinados ao futebol e neles o MAIOR CLUBE DE FUTEBOL DO MUNDO tinha apenas míseros cinco minutos ou até menos, isso quando não falavam do SANTOS.
Os comentaristas dos anos 80 e 90 falavam do Santos Futebol Clube apenas no passado, oprimindo-nos do orgulho e nos deixando envergonhados de torcermos pelo maior clube de todos os tempos, o SANTOS FUTEBOL CLUBE, sem direito de defesa, nos deixando sem argumentos e apenas com um simples, porém, o mais relevante dos sentimentos, o amor incondicional ao ALVINEGRO DA BAIXADA SANTISTA.
Quantos imbecis nos disseram:
- O SANTOS só existiu nos tempos de Pelé.
- O SANTOS faliu.
- O SANTOS é time de velho.
E todo este discurso nos repassados pelos torcedores do trio de lata foi um espelho do que a mídia paulistana fez com o time do ESQUADRÃO DOS SONHOS.
Quantas e quantas bobagens foram reproduzidas de formas maliciosas por “profissionais” da mídia sem imaginar o quanto de malefícios estavam causando ao futebol brasileiro.
O futebol brasileiro, pós Pelé teve um período de insucessos, assim como o PEIXE, mas tal forma pejorativa não era utilizada pelos comunicadores esportivos, para expressarem tal opinião. O Brasil ganhou um campeonato mundial 24 anos após o último título, que teve o seu maior protagonista, o Rei Pelé, em 1970, sem contar que ganhamos a Copa de 2002 com um treinador copeiro e jogando com três zagueiros.
O renascimento do futebol arte veio para encher todos os brasileiros de orgulho e sonhar com uma seleção jogando bonito, para frente, driblando, dando show, assim como a Seleção canarinho, recheada de astros SANTISTAS e do SANTOS FUTEBOL CLUBE, que tinha como principal objetivo, balançar as redes dos adversários, proporcionando aos SANTISTAS o orgulho de dizer que o SANTOS FUTEBOL CLUBE é o time que mais marcou gols em todo mundo.
Pois bem, terminarei o meu humilde texto simplificando que a mídia tentou nos extinguir do futebol, mas o SANTOS FUTEBOL CLUBE segue mais gigante do que nunca e o sistema fabril de craques continua a todo vapor, formando astros e talentos fora do comum para continuar exercendo o mesmo papel no futebol, que é o de monopolizador, fato que talvez seja o verdadeiro motivo pelo LEÃO DO MAR ser tão odiado pela mídia e torcedores paulistanos.
Vamos nos orgulhar de sermos viúvas do PELÉ, pois todo o qualquer torcedor brasileiro queria ter tido a honra de tê-lo atuando em seu clube de coração.
Saudações alvinegras.
Evandro Amaral Fernandes – Guga
20 de maio de 2011, 23h54minh.
Por fim, agradeço ao Site santistasloucos.net, por publicar o meu texto.
Segue o Link:http://www.santistasloucos.net/2011/05/um-passado-e-um-presente-so-de-glorias.html
Pois bem, desta forma, postarei uma reflexão sobre o Clube ao qual sou fã e me ensinou amar o esporte como arte e que em muitos momentos me deixou e me deixa longe da razão, a beira de um conflito de idéias, pois quero me livrar da alienação do cotidiano, mas não consigo deixar de acompanhar o meu Clube de coração. O que fazer?
Eu não tenho a mínima idéia de como deixar de acompanhar o futebol, onde estão escondidos centenas de bandidos e corruptos modificando resultados e enriquecendo a custa da massa.
Segue o texto abaixo e aviso que não precisam concordar, pois estamos em um Estado Democrático de Direito, onde somos livres para confrontar qualquer assunto, seja ele político ou cultural. Existem locais que este tema, mesmo sendo irrelevante, jamais poderia ser veiculado em qualquer mídia, mesmo sendo um singelo blog como este. Portanto, vamos comemorar a liberdade do país e agradecer todos aqueles que lutaram por nossa liberdade.
*
Desmistificação de uma idéia imposta.
Durante anos, nós SANTISTAS ouvimos uma enxurrada de balelas tanto quanto invejosas e maliciosas e perante todo o desrespeito pelo qual fomos obrigados a aceitar, ou melhor, conviver com ele, eu discorro sobre um assunto que tanto me agrada e tanto me aliena ao mesmo tempo, entretanto, deste tipo de alienação não conseguirei me desligar, ou seja, o futebol me aliena, mas o SANTOS me preenche e me livra por algum momento das angústias e culpabilidade do cotidiano.
Pois bem, sou “viúva” de Pelé, nascido em 1982 e me acostumei a ouvir a termologia “trio de ferro” e talvez, em algum momento da minha infância eu tenha até acreditado nesta bobagem por ter ouvido diversos comentaristas em rádios e em televisões locais se esquecerem, ou melhor, segregarem os SANTISTAS da capital paulista de informações do ALVINEGRO mais famoso do mundo. Eram inúmeros os programas destinados ao futebol e neles o MAIOR CLUBE DE FUTEBOL DO MUNDO tinha apenas míseros cinco minutos ou até menos, isso quando não falavam do SANTOS.
Os comentaristas dos anos 80 e 90 falavam do Santos Futebol Clube apenas no passado, oprimindo-nos do orgulho e nos deixando envergonhados de torcermos pelo maior clube de todos os tempos, o SANTOS FUTEBOL CLUBE, sem direito de defesa, nos deixando sem argumentos e apenas com um simples, porém, o mais relevante dos sentimentos, o amor incondicional ao ALVINEGRO DA BAIXADA SANTISTA.
Quantos imbecis nos disseram:
- O SANTOS só existiu nos tempos de Pelé.
- O SANTOS faliu.
- O SANTOS é time de velho.
E todo este discurso nos repassados pelos torcedores do trio de lata foi um espelho do que a mídia paulistana fez com o time do ESQUADRÃO DOS SONHOS.
Quantas e quantas bobagens foram reproduzidas de formas maliciosas por “profissionais” da mídia sem imaginar o quanto de malefícios estavam causando ao futebol brasileiro.
O futebol brasileiro, pós Pelé teve um período de insucessos, assim como o PEIXE, mas tal forma pejorativa não era utilizada pelos comunicadores esportivos, para expressarem tal opinião. O Brasil ganhou um campeonato mundial 24 anos após o último título, que teve o seu maior protagonista, o Rei Pelé, em 1970, sem contar que ganhamos a Copa de 2002 com um treinador copeiro e jogando com três zagueiros.
O renascimento do futebol arte veio para encher todos os brasileiros de orgulho e sonhar com uma seleção jogando bonito, para frente, driblando, dando show, assim como a Seleção canarinho, recheada de astros SANTISTAS e do SANTOS FUTEBOL CLUBE, que tinha como principal objetivo, balançar as redes dos adversários, proporcionando aos SANTISTAS o orgulho de dizer que o SANTOS FUTEBOL CLUBE é o time que mais marcou gols em todo mundo.
Pois bem, terminarei o meu humilde texto simplificando que a mídia tentou nos extinguir do futebol, mas o SANTOS FUTEBOL CLUBE segue mais gigante do que nunca e o sistema fabril de craques continua a todo vapor, formando astros e talentos fora do comum para continuar exercendo o mesmo papel no futebol, que é o de monopolizador, fato que talvez seja o verdadeiro motivo pelo LEÃO DO MAR ser tão odiado pela mídia e torcedores paulistanos.
Vamos nos orgulhar de sermos viúvas do PELÉ, pois todo o qualquer torcedor brasileiro queria ter tido a honra de tê-lo atuando em seu clube de coração.
Saudações alvinegras.
Evandro Amaral Fernandes – Guga
20 de maio de 2011, 23h54minh.
Por fim, agradeço ao Site santistasloucos.net, por publicar o meu texto.
Segue o Link:http://www.santistasloucos.net/2011/05/um-passado-e-um-presente-so-de-glorias.html
segunda-feira, 25 de abril de 2011
A Cidade. POR: Chico Science & Nação Zumbi
Tentei discorrer em mais uma noite de insônia, sobre a cidade de São Paulo e simplesmente não consegui, talvez por não possuir a mesma competência de grandes escritores e compositores, ou talvez, por me cobrar muito e exigir-me tais habilidades quanto aos dos mais renomados gênios da música e literatura brasileira. Como eu estou à milhas de quilômetros de distância para alcançar tal façanha, e nem sonhando, consegui postar algo que chegasse a ser observado de perto, postarei a letra de Chico Science & Nação Zumbi, “ Cidade”.
(...)
A Cidade
O Sol nasce e ilumina as pedras evoluídas,
Que cresceram com a força de pedreiros suicidas.
Cavaleiros circulam vigiando as pessoas,
Não importa se são ruins, nem importa se são boas.
E a cidade se apresenta centro das ambições,
Para mendigos ou ricos, e outras armações.
Coletivos, automóveis, motos e metrôs,
Trabalhadores, patrões, policiais, camelôs.
A cidade não pára, a cidade só cresce
O de cima sobe e o debaixo desce.
A cidade não pára, a cidade só cresce
O de cima sobe e o debaixo desce.
A cidade se encontra prostituída,
Por aqueles que a usaram em busca de saída.
Ilusora de pessoas e outros lugares,
A cidade e sua fama vai além dos mares.
No meio da esperteza internacional,
A cidade até que não está tão mal.
E a situação sempre mais ou menos,
Sempre uns com mais e outros com menos.
A cidade não pára, a cidade só cresce
E de cima sobe e o debaixo desce.
A cidade não pára, a cidade só cresce
O de cima sobe e o debaixo desce.
Eu vou fazer uma embolada, um samba, um maracatu
Tudo bem envenenado, bom pra mim e bom pra tú.
Pra gente sair da lama e enfrentar os urubus. (haha)
Eu vou fazer uma embolada, um samba, um maracatu
Tudo bem envenenado, bom pra mim e bom pra tú.
Pra gente sair da lama e enfrentar os urubus. (ê)
Num dia de Sol, Recife acordou
Com a mesma fedentina do dia anterior.(...)
http://www.youtube.com/watch?v=UVab41Zn7Yc&feature=related
*
Aos que pensam que Recife está longe de ser comparada a cidade de São Paulo, deixo aqui a minha crítica aos regionalistas e creio que podemos unir a população brasileira absorvendo cada vez mais a cultura, um dos outros, sem preconceitos, sem tons pejorativos.
Viva o coletivo!
Evandro Amaral Fernandes - Guga
(...)
A Cidade
O Sol nasce e ilumina as pedras evoluídas,
Que cresceram com a força de pedreiros suicidas.
Cavaleiros circulam vigiando as pessoas,
Não importa se são ruins, nem importa se são boas.
E a cidade se apresenta centro das ambições,
Para mendigos ou ricos, e outras armações.
Coletivos, automóveis, motos e metrôs,
Trabalhadores, patrões, policiais, camelôs.
A cidade não pára, a cidade só cresce
O de cima sobe e o debaixo desce.
A cidade não pára, a cidade só cresce
O de cima sobe e o debaixo desce.
A cidade se encontra prostituída,
Por aqueles que a usaram em busca de saída.
Ilusora de pessoas e outros lugares,
A cidade e sua fama vai além dos mares.
No meio da esperteza internacional,
A cidade até que não está tão mal.
E a situação sempre mais ou menos,
Sempre uns com mais e outros com menos.
A cidade não pára, a cidade só cresce
E de cima sobe e o debaixo desce.
A cidade não pára, a cidade só cresce
O de cima sobe e o debaixo desce.
Eu vou fazer uma embolada, um samba, um maracatu
Tudo bem envenenado, bom pra mim e bom pra tú.
Pra gente sair da lama e enfrentar os urubus. (haha)
Eu vou fazer uma embolada, um samba, um maracatu
Tudo bem envenenado, bom pra mim e bom pra tú.
Pra gente sair da lama e enfrentar os urubus. (ê)
Num dia de Sol, Recife acordou
Com a mesma fedentina do dia anterior.(...)
http://www.youtube.com/watch?v=UVab41Zn7Yc&feature=related
*
Aos que pensam que Recife está longe de ser comparada a cidade de São Paulo, deixo aqui a minha crítica aos regionalistas e creio que podemos unir a população brasileira absorvendo cada vez mais a cultura, um dos outros, sem preconceitos, sem tons pejorativos.
Viva o coletivo!
Evandro Amaral Fernandes - Guga
sábado, 23 de abril de 2011
Pedagogia Vivencial ou "moderna", como queiram é o caminho para a Educação nacional?
Em mais uma de minhas pesquisas, despretensiosas e irrelevantes, me deparei com uma termologia muito utilizada entre as escolas privadas e que vem ganhando espaço entre as empresas ligadas a educação e o nome deste método é Pedagogia Vivencial.
Eu sou do tempo em que a criança jogava bola na rua, arrancava os tampões dos dedos no asfalto chutando a bola de capotão e se quer se preocupava com o futuro e qual profissão seguiria, quando chegasse à fase adulta. Embora não seja um tempo tão distante, vivemos um período diferente ao daquele em que vivi em minha infância.
E da mesma forma que o país se modernizou, a Educação foi tomando rumos diferentes, mas utilizar a palavra evolução é fixar um pensamento em apenas em um setor do ensino nacional, ou talvez caia em um caminho errôneo e sem respostas.
Desde as eleições presidenciais de 1989, quando Fernando Collor de Mello chegou ao poder de forma direta e democrática, (embora tenha tido a seu favor um debate editado pela principal emissora brasileira, que manchou aquelas eleições), nosso país passou por transformações que o levaram a uma nova modernidade, de forma bruta e pouco elaborada. Diferente da modernidade adquirida em 1889, com a Proclamação da República e o fim do Império, pois naquele período, às práticas de ensino no Brasil eram totalmente diferentes com a que vivenciamos nas últimas décadas, onde pouquíssimos brasileiros tinham acesso à Educação formal, mas isso são outros “quinhentos”.
Se o progresso tão sonhado pelos liberais estava próximo nas eleições de 1989, então que venha a modernidade. E foi desta forma que a população brasileira absorveu a modernidade e lutou, ou melhor, opinou por ela e ajudou a levar e tirar do poder o caçador de marajás, anexando uma política Neoliberal no topo do poder. Três Presidentes assumiram a Nação, depois da derrocada moral de Collor, sendo um do PMDB, um do PSDB e um do PT, e imagino que tais governantes influenciaram na atual forma de educação no país. Na verdade já são quatro, contando com a Presidenta Dilma, mas ainda é cedo para colocá-la neste bojo.
Para não pegar o caminho da política e das visões governamentais, voltarei ao tema, Pedagogia Vivencial.
Utilizei-me da internet para buscar mais informações sobre a prática pedagógica vivencial e encontrei um depoimento de uma profissional da área e postarei em meu texto um trecho frase da pedagoga.
(...)
Como educadora, posso dizer que observar crianças tornando-se empreendedoras, enfrentando problemas dignos de ‘adultos’, de maneira prazerosa e muito realista, é encantador...
Tatiana Rodrigues - Professora de Ensino Fundamental (...).
Sem fazer críticas ao método utilizado pela Instituição Educacional, que por ética, não citarei o nome da Instituição e tão pouco criticarei à educadora Tatiana Rodrigues, deixo uma questão para que alguém possa me responder em um futuro próximo ou que eu a encontre em alguma pesquisa ou diálogos com colegas conhecedores do tema.
Será que devemos educar os nossos filhos com práticas progressistas e visões capitalistas, impondo metas e os deixando livres para poder escolher determinado tema?
Empreendedorismo é um tema para se abordar com alunos?
Acredito que seja planejado tal método antes de ser implantado, mas tal depoimento foi dado por uma educadora do ensino fundamental. Será que devemos abordar o empreendedorismo com crianças do ensino fundamental?
Finalizando tal reflexão, deixo aqui o meu pesar ao ensino público, pois ainda vemos as vagas em nossas Universidades, saindo em sua esmagadora maioria dos Colégios particulares e espero que em um futuro próximo possamos ver a diferença cair ou que pelo menos os números cheguem próximos um do outro. Citei o ensino público por entender que a pedagogia "moderna" não será utilizada nas escolas públicas, pelo menos de maneira ampla e plena, pois não é de interesse dos neoliberais formarem empreendedores com recursos do Estado, mas sim, mão de obra assalariada.
E se no âmbito privado a Pedagogia "Moderna", voltada ao capitalismo anda em um caminho agradável aos que investem no setor para dar melhor qualidade de ensino aos filhos e fugir do ensino público. Como deveríamos visualizar o ensino público nacional, onde sabemos que os Neoliberais pouco fazem para formar intelectuais ou formadores de opiniões?
Até quando veremos a massa adquirindo uma Educação inadequada?
Deixo os meus questionamentos neste singelo Blog e aviso que a solução para um provável problema não está logo ali.
Evandro Amaral Fernandes - Guga
Eu sou do tempo em que a criança jogava bola na rua, arrancava os tampões dos dedos no asfalto chutando a bola de capotão e se quer se preocupava com o futuro e qual profissão seguiria, quando chegasse à fase adulta. Embora não seja um tempo tão distante, vivemos um período diferente ao daquele em que vivi em minha infância.
E da mesma forma que o país se modernizou, a Educação foi tomando rumos diferentes, mas utilizar a palavra evolução é fixar um pensamento em apenas em um setor do ensino nacional, ou talvez caia em um caminho errôneo e sem respostas.
Desde as eleições presidenciais de 1989, quando Fernando Collor de Mello chegou ao poder de forma direta e democrática, (embora tenha tido a seu favor um debate editado pela principal emissora brasileira, que manchou aquelas eleições), nosso país passou por transformações que o levaram a uma nova modernidade, de forma bruta e pouco elaborada. Diferente da modernidade adquirida em 1889, com a Proclamação da República e o fim do Império, pois naquele período, às práticas de ensino no Brasil eram totalmente diferentes com a que vivenciamos nas últimas décadas, onde pouquíssimos brasileiros tinham acesso à Educação formal, mas isso são outros “quinhentos”.
Se o progresso tão sonhado pelos liberais estava próximo nas eleições de 1989, então que venha a modernidade. E foi desta forma que a população brasileira absorveu a modernidade e lutou, ou melhor, opinou por ela e ajudou a levar e tirar do poder o caçador de marajás, anexando uma política Neoliberal no topo do poder. Três Presidentes assumiram a Nação, depois da derrocada moral de Collor, sendo um do PMDB, um do PSDB e um do PT, e imagino que tais governantes influenciaram na atual forma de educação no país. Na verdade já são quatro, contando com a Presidenta Dilma, mas ainda é cedo para colocá-la neste bojo.
Para não pegar o caminho da política e das visões governamentais, voltarei ao tema, Pedagogia Vivencial.
Utilizei-me da internet para buscar mais informações sobre a prática pedagógica vivencial e encontrei um depoimento de uma profissional da área e postarei em meu texto um trecho frase da pedagoga.
(...)
Como educadora, posso dizer que observar crianças tornando-se empreendedoras, enfrentando problemas dignos de ‘adultos’, de maneira prazerosa e muito realista, é encantador...
Tatiana Rodrigues - Professora de Ensino Fundamental (...).
Sem fazer críticas ao método utilizado pela Instituição Educacional, que por ética, não citarei o nome da Instituição e tão pouco criticarei à educadora Tatiana Rodrigues, deixo uma questão para que alguém possa me responder em um futuro próximo ou que eu a encontre em alguma pesquisa ou diálogos com colegas conhecedores do tema.
Será que devemos educar os nossos filhos com práticas progressistas e visões capitalistas, impondo metas e os deixando livres para poder escolher determinado tema?
Empreendedorismo é um tema para se abordar com alunos?
Acredito que seja planejado tal método antes de ser implantado, mas tal depoimento foi dado por uma educadora do ensino fundamental. Será que devemos abordar o empreendedorismo com crianças do ensino fundamental?
Finalizando tal reflexão, deixo aqui o meu pesar ao ensino público, pois ainda vemos as vagas em nossas Universidades, saindo em sua esmagadora maioria dos Colégios particulares e espero que em um futuro próximo possamos ver a diferença cair ou que pelo menos os números cheguem próximos um do outro. Citei o ensino público por entender que a pedagogia "moderna" não será utilizada nas escolas públicas, pelo menos de maneira ampla e plena, pois não é de interesse dos neoliberais formarem empreendedores com recursos do Estado, mas sim, mão de obra assalariada.
E se no âmbito privado a Pedagogia "Moderna", voltada ao capitalismo anda em um caminho agradável aos que investem no setor para dar melhor qualidade de ensino aos filhos e fugir do ensino público. Como deveríamos visualizar o ensino público nacional, onde sabemos que os Neoliberais pouco fazem para formar intelectuais ou formadores de opiniões?
Até quando veremos a massa adquirindo uma Educação inadequada?
Deixo os meus questionamentos neste singelo Blog e aviso que a solução para um provável problema não está logo ali.
Evandro Amaral Fernandes - Guga
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