segunda-feira, 24 de junho de 2013
O PSDB é o pior para o Brasil, ruim outrora, temerário para agora e péssimo para o futuro do país.
Olhar para o próprio umbigo é fácil, pois bem, olharei para o meu também.
Até aqui ninguém falou da Indústria, ninguém falou que o Brasil está desindustrializado e nas mãos de meia dúzia de "Rockefellers" do século XXI, que o país aceita passivamente o monopólio que lucra com a mão de obra asiática e que os gananciosos fazem do Brasil um país do comércio de produtos chineses.
Ninguém aqui falou que o Paulo Skaf, o inútil Presidente da FIESP é um indivíduo ultrapassado e sussurra quando na verdade precisa gritar.
Eu poderia estar aqui chorando, pedindo pela Indústria, porque o monopólio se instaurou e políticas protecionistas não há para quem trabalha na Indústria.
Se eu tenho solução? Eu tenho as minhas, mas quem deveria cobrar do Governo algo que mudasse o quadro da Indústria brasileira deveria ser o Paulo Skaf, pois cabe a ele apresentar um plano que atraia mais investidores para a Indústria nacional. Eu acredito que um país desenvolvido e rico tem como obrigação ter a sua indústria fortalecida e não somente assistir empresários comprar contêineres de produtos chineses e espalhar país afora. Protecionismo é a solução e assim a Indústria poderia contribuir de fato com a economia do Brasil. Será mesmo que a balança comercial favorável com a China é tão vantajosa assim?
O Brasil cresceu com a Indústria, se modernizou, ganhou status de país moderno ao carregar a Indústria nas costas e mostrar ao mundo que também era capaz de criar e desenvolver produtos. O país precisa olhar para o passado e assim voltar a ter uma Indústria fortalecida, fazendo do Brasil um país cada vez mais desenvolvido. Como é mesmo que os estadunidenses saíram da crise após a Secessão? INDÚSTRIA! Como é mesmo que eles se levantaram após a crise de 29? INDÚSTRIA!
Como é que os EUA se tornaram um Império e alavancaram à classe média deles? INDÚSTRIA! E quando é que eles iniciaram a decadência e se viram envolto as crises? Desindustrialização!
Como é mesmo que o Brasil se livrou de ter a oligarquia do Campo como o maior negócio de lucratividade deste país, negócio arcaico que perdurou desde o sistema colonial e a partir de Vargas, canonizado por uns e endemonizado por outros, viu o país se desenvolver nas metrópoles com outra fonte de recursos? INDÚSTRIA!
Eu poderia estar aqui chorando, pedindo pelo ramo de atividade em que eu trabalho há quase 15 anos, MAS NÃO, eu quero ver o meu país bem e para isso precisa de justiça social verdadeira, para que não continuemos com os mesmos erros, com desigualdades sociais, fome, miséria, falta de habitação, saúde pública precária, violência. A Indústria é uma das grandes prioridades, mas não é a única!
Se for para abraçar o discurso de uma parte da população que está elevando a imagem do FHC a um ser celestial, um símbolo de ética e de solução para o país, digo que a DILMA, a mesma que assiste a Indústria brasileira virar uma sucursal chinesa, enfim, digo que a DILMA tem que ficar. Não ao Golpe! #ficadilma. Que a Dilma não se transforme em um anjo decaído do dia para noite porque ela não é a culpada pela corrupção nestas terras. Acima eu citei "próprio umbigo", pois bem, o que o FHC fez de grandioso pela INDÚSTRIA do Brasil?
Por um país sem hipocrisia, por um país mais justo em sua plenitude, por um Brasil livre do PSDB!
De certo o brasileiro já se esqueceu do medo, do mirabolante plano econômico do Pedro Malan, das privatizações desastrosas, daquele Presidente que a imensa maioria o chamava de sociólogo vendido aos yankees, do Presidente que viajava muito e olhava pouco pelo seu povo. Sim, ele e os seus nos deram o Real, criaram uma moeda advinda da URV que nasceu no desespero no ainda Governo do Itamar e como uma colcha de retalhos o Brasil pós Collor criou uma moeda, mas não nos esqueçamos que os erros dos tucanos foram desgraçadamente maiores do que o legado deixado pelo Real que fora criado após um plano emergencial.
Eu quero menos corrupção, eu também quero mais transparência, que o PT pague pelos erros, mas para sanar os problemas do Brasil, lembremos, não podemos contar com PSDB, DEM, a hoje base aliada do PMDB ou nenhum progressista de plantão!
Esperemos pelas próximas eleições e que se decida nas urnas o futuro do país. É evidente que há erros com o PT e estes são muitos, no entanto eu não tenho dúvidas que com os tucanos poderia estar ainda pior.
Evandro Amaral Fernandes - GUGA.
sábado, 22 de junho de 2013
O Brasil NÃO acordou e hoje peço desculpas ao meu país.
O Brasil NÃO acordou e hoje peço desculpas ao meu país.
Eis me aqui no diário virtual que virou as redes sociais e talvez eu jamais consiga compreender de fato o que ocorreu nestes últimos dias.
A juventude levantou, pediram transporte de qualidade, o Alckmin repudiou, o Haddad o parafraseou e paulatinamente as pessoas foram aderindo à causa, transcendendo o Município, o Estado, o país e boa parte do mundo. Sim, não era por 0,20 e era por muito, era por Habitação, por Transporte, por Educação de qualidade, por qualidade de vida, pelo justo. Tudo legítimo e ganhou força, e eu também fui pra rua acreditando que a juventude de hoje faria o que a juventude dos anos 90 não fez, eu imaginei que eles mudariam o país, tomariam o poder em prol de um país mais justo. Tudo muito bom, tudo ia muito bem, até que o primeiro nacionalista olhou para um militante do PCB e disse: Aqui não é Cuba, some daqui! Ganhou corpo, a alma fascista foi crescendo e eles gritavam: O Brasil não tem vermelho! Um indivíduo olhou para o rapaz do PSOL e disse: Você também é mensaleiro! As reivindicações foram aumentando, o povo tomou a rua e surgiu outro indivíduo e gritou: Aí negrão, abaixa a bandeira da Uniafro que você é cotista, você é um desgraçado, você é um deles, você também é petista!
A alma virou monstro e tomou de assalto à causa justa, a social virou nacionalista e as vozes sem direção ecoavam saídas de todas as bocas, surgindo o gigante Brasil da mudança.
O monstro ganhou corpo e zumbis foram para as ruas como famintos, como retirantes rumaram aos centros urbanos, os retirantes com sede de tudo e com a fome dos outros.
A seca avassala, vamos partir porque por estas bandas estão comendo gente, mães com fome comem os seus filhos em pleno ano de 1879 e Dom Pedro II nada faz, neste exato momento enquanto o povo passa fome o Imperador certamente está em Paris, nos Estados Unidos ou no Egito. Não dá para acreditar que no Brasil estão cometendo antropofagia!
Eita, como assim, 1879, Dom Pedro II, Nacionalismo? Você está bem Guga?
Caramba, eu tive um sonho e no meu sonho eu estava envolto a sonâmbulos! Como está lá fora, alguém tomou o poder?
Está tudo normal, gente indo e vindo!
Evandro Amaral Fernandes (GUGA).
quinta-feira, 13 de junho de 2013
E que o cronos de DEUS permita que o Dom Hélder Câmara ainda ore pela juventude que sonha por uma política justa neste país.
E que o cronos de DEUS permita que o Dom Hélder Câmara ainda ore pela juventude que sonha por uma política justa neste país.
Por que eu fecho com o pensamento do Movimento Passe Livre e com os militantes do PCB, PSOL e PSTU?
Há pouco completou 13 anos que eu não tenho patrão, entre esses 13 anos eu trabalhei como funcionário em uma empresa por quase o ano de 2009 inteiro, mas fui tão bem tratado que não tenho queixas do meu então empregador. Eu tenho carro zero, apartamento com dívida, mas estou pagando, sou bem casado, minha filha estuda no sistema privado, tenho cobertor para aquecer do frio e seguranças no condomínio para que eu possa abrir a janela nos dias de calor sem temer a violência. Não falta comida na mesa graças a DEUS, estou confortável na medida do possível no que dizem ser nova classe média. Não tenho dinheiro sobrando, mas me sobra ilusão. Somos em 3 irmãos, só eu ainda resido em um simples condomínio em São Miguel Paulista, talvez se eu fizesse um esforço eu sairia daqui, talvez sim, talvez não, mas por ora não penso. Então por que prefiro a "baderna" nas ruas da Capital Bandeirante?
Eu fecho com a juventude rebelde porque eu quero ensinar a minha filha que é possível sonhar com o entorno envolto a um plano pluralista de fato e não o atual, para que ela não se iluda como eu já me iludi, eu quero ensiná-la que não devemos somente plantar e colher para uma minoria comer. Eu quero dizer a ela que fechar o vidro no farol é o plano direitista de quem governo este país há séculos, desde o Império, da República Velha e tudo o que veio a posteriori. Eu mesmo quero dizer a minha filha que Hospitais sem médicos, falta de leitos e miséria é fruto da centralização da elite deste país. Eu quero dizer a minha filha que todos os brasileiros deveriam ter ensino de qualidade e gratuito e que todos deveriam ter acesso, mas só não tem porque os calhordas do país não deixam. Eu quero dizer a minha filha que casa de madeira não é a casa adequada para ninguém e que a favela quem construiu não foi o cidadão que não pode comprar uma casa igual a nossa e sim as políticas públicas brasileiras que obrigaram eles se instalarem por lá.
Eu fecho com os "desordeiros" porque agradecer a DEUS pelas conquistas sem se preocupar com um irmão cristão em precariedade é prosperar sem causa, porque sonhar com um amanhã melhor não é utopia, é a ética vivencial necessária que bate em nossa porta.
Quem me conhece sabe que faz tempo que eu voto em branco, nas eleições municipais votei no Haddad, votei para tentar dar fim a política higienista do Kassab, votei porque confiei, mas sinto como se eu estivesse sendo traído por quem decidiu se comportar como um tucano legítimo. Desde que eu me entendo como cidadão detentor de reflexões, prefiro o Brasil do Carlos Marighella, do Luís Carlos Prestes, do Astrojildo Pereira, do Octávio Brandão, do Paulo Freire, do Dom Hélder Câmara, do Brown, do Rap, de quem se doou ideologicamente pelo Brasil e acho que não é agora com 31 anos que eu mudarei.
Eu já não tenho 20 e poucos anos como nos tempos que eu subia no palco da Anhembi Eventos e criticava o PT para que o Partido não se comportasse como os psdebistas, talvez eu não já não veja o mundo como estes jovens enxergam hoje, mas eu sei o que eu quero pra mim é não envelhecer como o Lobão, triste por não conseguir visualizar algo de bom para o país, eu não quero me arrepender como o Roger do Ultraje que hoje se arrepende do que ele acha ter feito, eu não quero ser um ex-jovem que precisa frequentar a psicanálise por preferir o plano das minorias. Que minhas angústias não sejam como as dos velhos roqueiros!
Por fim, quero me desculpar por este texto ruim, porque sentei nos bancos escolares da gestão tucana e não é a toa que por aqui tenham erros despercebidos por mim, culpa minha que fez pouco caso no passado de adolescente, é evidente. O Brasil precisa sonhar e se aqueles jovens ainda sonham, sonharei o sonho deles para me livrar da comunhão da ilusão que há muito nos toma. Ainda que nos chamem de anacrônicos, eles da mídia estupidamente temem o comunismo por estas terras e deturpam o ideal de quem ainda sonha um sonho legítimo. Que DEUS olhe pelo Brasil e que o cronos de DEUS permita que Dom Hélder ainda ore pela minoria deste país, que o Dom Hélder ainda que não canonizado pelos homens e muito possivelmente tão breve não irá ser, ainda assim que ele tenha o dom para interceder por quem ainda sonha. Tudo estava tão claro, só não enxergou quem não quis:
"Quando dou comida aos pobres, me chamam de santo, quando pergunto porque eles são pobres, chamam-me de comunista." Dom Hélder Câmara.
Evandro Amaral Fernandes – Guga.
sábado, 12 de janeiro de 2013
O imaginário berço esplendido de Arnaldo Jabor.
E mais uma vez o Editor Chefe do Jornal da Globo mandou chamar o tiozinho letrado e fissurado por rosquinhas Donuts. Imagine só quando veio à notícia que alguém tinha que chamar o Jabor para dar o pitaco extraordinário do fim de noite e do iniciar do dia. Por volta das 12 para qualquer hora o telefone tocou e disse o estagiário ao pregador supremo da democracia contemporânea: - Vossa senhoria está escalado para comentar a ida dos chavistas as ruas de Caracas. Então, Jabor comeu a sua vigésima rosquinha do dia e disse ao estagiário ainda mastigando a guloseima:
- É hoje que eu chamo o Chávez de Mussolini!
Fim de noite deprimente para o maior cineasta brasileiro entre os fracassados das películas de um passado longínquo.
Ser um democrata convicto é legítimo, mas implorar ao Itamarati que se meta na política interna da Venezuela já é demais. Que a Venezuela seja dos venezuelanos, de mais ninguém!
Uma boa noite a todos e que fique bem claro que esta boa noite foi desejada por mim, pobre boçal que não consegue compreender as convicções do maior comentarista político dos marinhos.
Evandro Amaral Fernandes - Guga.
- É hoje que eu chamo o Chávez de Mussolini!
Fim de noite deprimente para o maior cineasta brasileiro entre os fracassados das películas de um passado longínquo.
Ser um democrata convicto é legítimo, mas implorar ao Itamarati que se meta na política interna da Venezuela já é demais. Que a Venezuela seja dos venezuelanos, de mais ninguém!
Uma boa noite a todos e que fique bem claro que esta boa noite foi desejada por mim, pobre boçal que não consegue compreender as convicções do maior comentarista político dos marinhos.
Evandro Amaral Fernandes - Guga.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
A Neymardependência envaidece o chefe do grupo gestor.
A Neymardependência envaidece o chefe do grupo gestor.
Santistas de alma prestem bem atenção, olhem para o horizonte longe da penúria que aflige o coirmão da zona oeste da capital, pois chegamos a uma situação cômoda na tabela de classificação. O Peixe está há 11 pontos da zona do G4, há 14 pontos do z4 e a 27 pontos da Unimed que é a líder do brasileirão até aqui. São inúmeros os profissionais do rádio que descrevem como situação cômoda a que o SANTOS se encontra neste exato momento, após ganhar da dupla de alvinegros do Rio de Janeiro das praias, do carnaval, do samba bem cantado e da ajudinha histórica dos árbitros. Comodidade é isso?
Reflitam comigo SANTISTAS DE ALMA, estamos mesmo em uma situação cômoda?
Foi isso que tu sonhaste no ano do centenário? Eu digo tu para relatar o que o santista de bermudão e chinelo, bem de boa no canal 2 perguntaria a um brother. Aqui na quebrada, na populosa zona leste da capital, um mano diria: É isso memo que cê sonhou Jão? Sim santistas de alma, ganhamos 2 títulos em nosso centenário, mas ficou um gostinho de quero mais, um sentimento de que fomos enganados pela atual “gestão”.
Não é de hoje que nos acostumamos com os títulos, já faz mais de uma década que ressurgiu a boa nova do futebol praiano em solo paulista. Eu, santista de alma sofrida no auge dos meus trinta anos chorava a toda desclassificação do PEIXE na década de 90, ano após ano, já não sonhava com o topo, queria apenas um Paulistão para sair da fila. Hoje tudo mudou, com inúmeras conquistas, o Paulistão do santista de alma de outrora virou um paulistinha diante da retomada de nossa grandeza. Voltamos a vencer, voltamos a revelar craques, deixamos de sonhar com Ranieles e Darcis e começamos a nos divertir com a nova safra dos meninos do encanto, do brio, dos dribles e das pedaladas que deixam os nossos adversários aos prantos. Ganhamos na região, no país e atingimos o topo do continente, tudo como já fizemos, no entanto sucumbimos na hora de ganhar o mundo. E isso não nos aquietará, podem apostar. O Santista de alma quer mais, quer voltar ao topo, quer ganhar o mundo mais uma vez.
Na orla da baixada não se enxergou as belas garotas de sorrisos marcantes, as ondas não deram surf, o mar não foi pra PEIXE e no segundo semestre o futebol de encanto foi ausente. A Baixada está triste, Baixada e toda a região queria mais e é de lá que a alegria e ousadia se espalham para todo o país e transcende as nossas fronteiras.
O que vimos no Segundo Semestre foi um SANTOS ausente, sem graça, sem atitude, sem a tão famosa ousadia e alegria, vimos uma neymardependência absurda, um time que joga em função de um craque e que sem ele não consegue se firmar. Estamos vendo a dependência diminuir, mas faltam apenas 8 rodadas e ficaremos em uma posição confortável, não para nós, mas sim para os medíocres. O lugar do Santos é o topo.
Nós alcançamos alguns dos nossos antigos números, nos aproximamos de grupos vencedores que honraram as nossas tradições, relembramos os nossos antigos esquadrões, chegamos bem perto de alcançar um feito que somente o Santos de Pelé atingiu e não é a hora para baixarmos a guarda. O Santista de alma quer atitude, quer um Presidente que se envaideça por conquistas plausíveis, que se imponha na mídia demonstrando a nossa camisa pesada e não um líder de um grupo gestor que está de olho em revelações, pois não somos colônia de exploração de clube europeu, o SANTOS não é apenas time de revelação e venda de jovens atletas. O Athiê não vendeu o Pelé para Europeu algum e que consigamos fazer o mesmo com a nossa jóia atual e isso não é competência, é obrigação e não caiamos no discurso de que estamos em novos tempos. Que sejamos um esquadrão e que não possamos ver um Presidente envaidecido somente por ter conseguido segurar o Neymar e que deu ao garoto jogadores medianos, dando uma condição de time de meio de tabela de campeonato a nosso plantel.
Quantas frases prontas nós temos no futebol brasileiro atual?
Eu tenho pelo menos duas de bate pronto:
“Eu quero ver na Copa”. Até na fila da Padaria eu já ouvi um rapaz dizendo tal frase insatisfeito com a demora.
A outra é:
“O Laor errou, mas segurou o Neymar”.
O Santista de alma de verdade não aceitará a desculpa de que o SANTOS não foi campeão do brasileirão ou não ficou entre os times que conseguiram a vaga do maior torneio continental de clubes porque a CBF nos tirou o melhor jogador, que nos tirou 3 jogadores no período que se jogou o brasileirão em meio às olimpíadas. O Santista de alma de verdade sabe que faltou atitude para o alvinegro das praias e sobrou soberba na alta cúpula da Direção. Dizem que o regime é democrático e que o Laor não toma decisões sozinho, então todos erraram, todos os presidentes anônimos do PEIXE pecaram.
O Neymar é ídolo, é gênio, é craque e uma centena de bons adjetivos. O Neymar é alegria e ousadia, mas avisem ao Laor que o SANTOS não é só isso...
O orgulho é cabível no pecado da vaidade, mas a vaidade do Laor e do grupo gestor foi o maior dos pecados no ano do Centenário. Que sirva de lição!
Evandro Amaral Fernandes – Guga.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
É de interesse da Confederação Brasileira de Futebol enraizar-se na condição de colônia de exploração, infelizmente.
É de interesse da Confederação Brasileira de Futebol
enraizar-se na condição de colônia de exploração, infelizmente.
Nos anos dourados os clubes do Brasil seguravam seu craques,
tínhamos nos campeonatos regionais e no nacional uma leva de ótimos jogadores e
até mesmo o maior de todos jogando por aqui. O Brasil era o eldorado da bola,
uma imensidão de grandes jogadores que desfilavam a qualidade técnica em seus
clubes e os clubes não tinha somente 11 bons jogadores de linha, tinham elencos
com bons jogadores e davam ao luxo de ter grandes reservas, como o Almir
Pernambuquinho que foi reserva no Peixe durante o reinado do Pelé. Ao fim do
reinado do craque do século, o futebol no Brasil foi perdendo a força e os
craques de verdade foram deixando os seus clubes paulatinamente. Na década de
oitenta iniciou-se um levante de exportação de ídolos e tal deserção foi
acelerada no inicio dos anos 90 com o bom time do São Paulo e a astúcia da
Parmalat em comprar barato e vender caro. Eis que o futebol brasileiro se
tornou colônia de exploração dos europeus. Não é a toa que a Seleção que ganhou
a Copa de 1994 já se fazia presente com vários jogadores jogando na Europa e a
seleção de 2002 com quase uma totalidade de jogadores exportados ao velho
continente.
A crise na Europa mudou o cenário do futebol brasileiro e estamos conseguindo segurar nossas jóias, mas há uma Instituição que não quer ver um futebol nacional recheado de craques, com suas grandes estrelas brilhando em solo brasileiro e esta Instituição se chama Confederação Brasileira de Futebol, ao qual organiza o seu campeonato em meio a amistosos insignificantes, tira dos clubes o Direito de ter os seus melhores jogadores jogando nos jogos do Brasileirão, enfraquecendo os times e esvaziando os estádios. Será que organizar um calendário que não prejudique os Clubes é fazer muito?
A crise na Europa mudou o cenário do futebol brasileiro e estamos conseguindo segurar nossas jóias, mas há uma Instituição que não quer ver um futebol nacional recheado de craques, com suas grandes estrelas brilhando em solo brasileiro e esta Instituição se chama Confederação Brasileira de Futebol, ao qual organiza o seu campeonato em meio a amistosos insignificantes, tira dos clubes o Direito de ter os seus melhores jogadores jogando nos jogos do Brasileirão, enfraquecendo os times e esvaziando os estádios. Será que organizar um calendário que não prejudique os Clubes é fazer muito?
A função da CBF é organizar os campeonatos locais, dar
suporte aos seus federados, mas o que vemos é uma enxurrada de bobagens, erros
e mais erros e os nossos clubes reféns de tal desorganização.
Fazer um campeonato com uma organização que satisfaça o futebol brasileiro e que faça jus a um país com 5 títulos de copas do mundo e inúmeras conquistas de Clubes no cenário continental e intercontinental deve ser uma regra e que nós torcedores de futebol cobremos por uma modernidade dos nossos cartolas que trabalham bem perto das belas praias no nosso querido Rio de Janeiro.
Do jeito que está não está bom, que os comandantes do nosso futebol olhem pelos clubes brasileiros e que façam a nossa grandeza ser plena, como merecemos, da forma que o torcedor brasuca merece, brasuca com s e não com z, ficando bem claro.
Fazer um campeonato com uma organização que satisfaça o futebol brasileiro e que faça jus a um país com 5 títulos de copas do mundo e inúmeras conquistas de Clubes no cenário continental e intercontinental deve ser uma regra e que nós torcedores de futebol cobremos por uma modernidade dos nossos cartolas que trabalham bem perto das belas praias no nosso querido Rio de Janeiro.
Do jeito que está não está bom, que os comandantes do nosso futebol olhem pelos clubes brasileiros e que façam a nossa grandeza ser plena, como merecemos, da forma que o torcedor brasuca merece, brasuca com s e não com z, ficando bem claro.
Evandro Amaral Fernandes – Guga.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Tudo aquilo que sempre foi tão comum
Comprar votos na Câmara Legislativa é como comprar 3 Dvd’s piratas na feira pagando apenas 5 reais e financiar campanhas no Brasil é como doar uma pequena quantia de patacas no semáforo. O julgamento do maior caso de corrupção do país evidencia tudo aquilo que sempre foi tão comum, tão comum quanto fazer uma fezinha no bicho, bicho este sempre tão fiel, colocado como o culpado e promíscuo, mas que um dia deu muita alegria, muito amor...
Evandro Amaral Fernandes.
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